Equipe de futsal do Moreira e Silva se destaca em torneio

03 / 09 / 10

ONG Construindo Pontes revela alunos da rede estadual de ensino

Após ocupar o 3º lugar do certame, em Recife, a equipe alagoana agora se prepara para a próxima fase do torneio, que acontecerá entre os dias 15 e 19 deste mês, nos ginásios da Cenec, CDR, Fernandes Lima, Moreira e Silva e Sesi em Maceió.

Construindo Pontes é um projeto educacional destinado a alunos de escolas públicas estaduais e municipais e procura atuar, por meio do esporte, também com crianças em situação de vulnerabilidade social. “É importante para nós, que fazemos o Construindo Pontes, ofertar a possibilidade de reconstrução de vidas”, explicou o idealizador do projeto, Messias da Silva.

Segundo o professor de Educação Física do Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada (Cepa), Glebson dos Santos Lima, paralelo ao Projeto Segundo Tempo, o Construindo Pontes é fruto do trabalho de socialização que incentiva os alunos à prática de esporte. “Trabalhamos com o Segundo Tempo a busca da construção da cidadania. Entendemos que nossas crianças possuem a capacidade de exercê-la”, falou o professor. “Melhorar a autoestima do aluno por meio do esporte é nosso intuito. O Nordeste, infelizmente, também é palco de violência e miséria social. Por isso, é necessário que a criançada não fique ociosa”, enfatizou o organizador Messias Silva.

Messias observa que a Educação e o Esporte andam de mãos dadas. “A Secretaria da Educação (SEE) (SEE) sempre tem dado apoio aos nossos eventos”, disse Messias. “A equipe do Moreira e Silva tem toda a chance de chegar à final em Curitiba, última etapa do I Brasileirinho de Futsal, depois de passar pelas fases classificatórias em Alagoas, Fortaleza, João Pessoal e Natal”, avaliou o coordenador Messias da Silva.

Participante do projeto Segundo tempo, Flávio Henrique, aluno da Escola Laura Dantas é um dos adolescentes que se reúnem todas as terças e quintas-feiras para conversar sobre o esporte. “Estar na Escola, conversar com os amigos e jogar futebol é tudo de bom”, declarou o aluno.
Os alunos têm atividades monitoradas em diversas modalidades esportivas. Futebol é a preferida. Mas as atividades não param por aí.

“Trabalhamos o ser humano de forma orgânica. A Educação Física proporciona uma infinidade de jogos, nos quais o atleta pode vivenciar situações individuais e coletivas”, explicou o professor Glebson Lima. “Um dos maiores adversários pode ser a falta de estímulo”, disse o educador.

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