Segredo de Estado e códigos de conduta

26 / 04 / 11

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O terror, o medo e a intimidação por meio de armas, sejam de fogo, químicas ou psicológicas. Toda sorte de manipulação de informações, não são novidades, ainda mais quando se trata de tempos de guerra. Segredos de Estado?

Sim, mas o que é Estado? Em qualquer cidade do Brasil, Estados Unidos ou China, mudam-se apenas detalhes, mas Estado, esta palavra com letra maiúscula no início, refere-se ao que se estabelece.

O problema é pedagógico. Pessoas, sob certas condições, tendem a perda de valores, de consciência de seus papéis, de compostura, de força de argumentação. O que fazer para superar problemas como falta de Segurança e Saúde, Educação e Emprego?

O risco é achar que Política é bobagem e que Estado é inútil, ela deve servir sim, de bases para a construção do Ser Humano. De suas relações interpessoais: famílias, ruas, bairros, cidades, países e seus funcionamentos. Trata-se das relações entre pessoas, seja em salas de bate papo, na Internet ou na calçada. Quem já viu uma rodovia para um único automóvel?

O pior é quando se percebe os prejuízos causados por incapacidade de se utilizar um mínimo de bom senso. De se encarar os dilemas do Ser e do não Ser, do Bem e do Mal, do mocinho e do bandido. (Pura filosofia. Coisas de filmes). Retrucam os mais sabidos. No entanto esta valoração é construída e destruída de qual forma?

Em tempos de misérias, fome e banalização da vida, recordar pode ser um privilégio. A capacidade de lembrar métodos e resultados, trajetórias na História, experiências ainda vívidas, é forma de precaução que se pode tomar para evitar um contágio ou doença social. Assim como partes de um todo, é necessário adoção de medidas preventivas para anular o incômodo das relações entre os seres humanos, suas construções e naturezas.

O planeta ainda está abalado pelas conseqüências do recente acidente nuclear na cidade de Fukushima, no Japão. Ainda em Maceió, pequena Cidade Sorriso nordestina, notícias de terremotos, acidentes naturais, reverberam apocalípticas. Sobrepostas, imagens de destruição, morte de moradores de rua, desvios de verbas de merenda e arengas políticas, os habitantes vivem o contínuo desafio de ver, ouvir e não cair em polvorosa.

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