Sobrinho confessa ter ajudado matar sua tia

13 / 08 / 12

Klinger Pinheiro foi preso acusado de matar Quitéria Lins, irmã de ex-deputado

O estudante Klinger Lins Pinheiro Dias Gomes, 20 anos, foi preso acusado de matar a tia, a servidora pública Quitéria Maria Lins de Pinheiro, 54 anos, assassinada a tiros, domingo à noite, em sua residência, no bairro da Gruta de Lourdes, em Maceió. Segundo a Polícia Civil, o rapaz confessou sua participação no crime, em depoimento ao delegado Cícero Lima, que preside o inquérito sobre o caso.

Detido na noite do crime, por agentes da Delegacia de Homicídios e militares da Força Nacional, Klinger foi preso em flagrante e levado para a delegacia, onde foi interrogado e confirmou sua participação no assalto frustrado, mas disse que não foi ele que deu os tiros na tia.

Segundo o delegado Cícero Lima, Klinger foi a primeira pessoa a chegar à residência da vítima após o crime. “Ainda estamos investigando quantas pessoas estão envolvidas e qual a participação do sobrinho no crime”, afirmou o delegado.

O veículo utilizado pela quadrilha, um Eco Sport, de cor preta e placa MMI 0343- Maceió/AL, foi apreendido e está na delegacia.

A morte da funcionária pública Quitéria Pinheiro chocou familiares, amigos e vizinhos da vítima, que estava em casa regando plantas quando foi atingida pelos tiros. De acordo com testemunhas, quatro homens, na Eco Sport se aproximaram da porta da casa da vitima, chamaram pelo seu nome e desferiram quatro tiros.

Irmã do ex-deputado Manoel Lins Pinheiros e da empresária Isabel Pinheiros, Quitéria, morreu na hora e não teve chance de socorro. A Polícia chegou ao local e bloqueou a Rua, e está neste momento na buscas dos atiradores.

De acordo com a polícia, o homem que atirou na funcionária pública provavelmente a conhecia, já que a chamou pelo nome. A polícia investiga uma invasão a residência de Quitéria acontecida no semana passada, a funcionária teria surpreendido dois homens roubando sua casa, na ocasião os dois homens pularam o muro de outra residência e conseguiram fugir.

Quitéria era considerada uma pessoa pacata e tranquila, e os vizinhos informaram que ela quase nunca saia de casa a noite, justamente com medo da violência urbana de Maceió. “A vítima reconheceu o atirador e veio até a porta falar com ele”, afirmaram vizinhos.

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