Paulo Gracindo – Nosso eterno “Bem Amado”

07 / 08 / 21

Há 110 anos nascia o ator alagoano que se consagrou um dos pioneiros da tevê brasileira

Autor: Por Ricardo Rodrigues

Quando a revista Manchete completou 30 anos, em sua edição histórica, de 1982 – tendo na capa 49 réplicas de suas melhores capas, na terceira coluna de cima para baixo e na quinta da esquerda para direita, entre Catarine Deneve e Jane Fonda, duas divas do cinema mundial –, quem estava lá, de cabelos brancos e sorriso estampado no rosto, um dos nossos melhores atores, um pioneiro da televisão brasileira, o alagoano inoxidável Paulo Gracindo, no auge da fama, aos 71 anos de idade. Um pioneiro das Alagoas, no panteão dos heróis da cultura brasileira.

Pelópidas Guimarães Brandão Gracindo, mais conhecido por Paulo Gracindo, nasceu no dia 16 de julho de 1911, no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, mas foi criado desde bebê em Alagoas, onde morava sua família. Por isso, Paulo Gracindo se considerava alagoano, de corpo e alma. Morreu no dia 4 de setembro de 1995, aos 84 anos, no Rio de Janeiro (RJ). Sua mãe: Argentina Guimarães. Seu pai: Demócrito Gracindo. Casado duas vezes: Beth Castro (1976-1984) e Dulce Xavier de Araújo (1985-1995). Um filho: Gracindo Jr. Um neto Gabriel Gracindo e uma neta Daniela Duarte.

Paulo Gracindo foi ator, radialista e apresentador de televisão, de 1937 a 1993. Um dos pioneiros da televisão brasileira, começou como locutor de rádio e ator de rádio novela. Saiu do rádio para tevê, no início dos anos 50, com a inauguração da TV Tupi. Fez carreira de sucesso nas principais emissoras, como apresentador e ator de novelas. Entre seus principais trabalhos, destacam-se: Tucão, em Bandeira 2; João Maciel, em O Casarão; Primo Rico, em Balança mas Não Cai; Odorico Paraguaçu, em O Bem Amado; e Padre Hipólito, em Roque Santeiro.

BIOGRAFIA

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