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Kaspar

Não sei exatamente onde nasci, lembro de quando me deixaram numa praça, que soube depois chamar-se Sinimbu. Acho que pareço com as pessoas daqui. Sei apenas que moro em um hotel e, muitas vezes, sinto-me sufocado em meu quarto e quando saio só encontro sorrisos amarelos.

Nada lhe fazia sentido

Onze de abril de dois mil e onze. Era noite. A assistente social falou com o porteiro do pequeno hotel e disse procurar Hauser. O porteiro, monossilábico, disse o número…

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De coletivo a coletivo

Ele se levantou vagarosamente, olhou seus pés. Ainda que tentasse, não saberia, ao certo, dizer o que sua fisionomia expressava. Sentou-se. Possuía um sorriso no rosto que mais que tentasse…

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Sem sombra de dúvidas

Kaspar Hauser abriu o gás, um tanto sedado por todos os remédios ingeridos, e deitou no sofá emprestado por um feirante de uma rua próxima ao seu apartamento. Desligou o…

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Mais que uma Carta

"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo perdeste o senso"! Diríamos que com o fétido Riacho Salgadinho só seria possível divagar em pensamentos de amor com flores de lírio plantadas ao redor….

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