Hoje é Dia: tuberculose, Leila Diniz e Renato Russo são os destaques de março
No dia 25 de março de 1945 nasceu a atriz Leila Diniz, que completaria 80 anos se estivesse viva, na próxima terça-feira
Autor: Rilton Pimentel
Confira os destaques da semana entre 23 e 29 de março.

Começamos esta edição falando de saúde, porque 25 de março é o Dia Mundial de Combate à Tuberculose. Durante muito tempo a enfermidade manteve o status de doença infecciosa mais mortal do mundo, perdendo a posição com o surgimento do novo coronavírus, causador da covid-19. Mesmo assim, em 2023 a tuberculose matou 1,2 milhão de pessoas em todo o mundo, de acordo com o último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a doença. E o Brasil vai na contramão das metas da OMS para a erradicação do problema. A Agência Brasil noticiou que, em 2023, o país registrou 39,8 casos de tuberculose por 100 mil habitantes. As projeções indicam que, até 2030, a incidência será ainda maior: 42,1 por 100 mil pessoas. O dia de combate e os esforços brasileiros foram o foco desta reportagem do jornal Brasil em Dia, da TV Brasil, exibida em 2022, desta aqui, veiculada pela Radioagência Nacional no mesmo ano, e desta edição do Tarde Nacional de 2024, programa veiculado pela Rádio Nacional. 

Direitos humanos
A semana também é fortemente marcada pelo combate às violações dos direitos humanos. Nesta temática, começamos com o 24 de março, que é o Dia Internacional para o Direito à Verdade sobre Graves Violações dos Direitos Humanos e pela Dignidade das Vítimas. Nesta data, em 1980, o Arcebispo Óscar Arnulfo Romero foi assassinado em El Salvador, por sua luta para denunciar violências sofridas por comunidades vulnerabilizadas de seu país. O Brasil celebrou a efeméride pela primeira vez em 2013, e o Repórter Brasil, da TV Brasil, deu destaque ao tema nesta reportagem. Em 2018, a data ganhou significado especial, quando o país ainda buscava elucidar o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes no Rio de Janeiro, como mostra esta reportagem da Agência Brasil.
Nesta semana também temos o 25 de março, que marca o Dia Internacional em Lembrança pelas Vítimas da Escravidão e do Tráfego Transatlântico de Escravos nos Navios Negreiros. A data não só presta homenagem àqueles que sofreram e morreram nas mãos do sistema brutal da escravidão, mas também conscientiza sobre os perigos do racimo e do preconceito. A efeméride ganhou destaque da Agência Gov neste texto publicado em 2024. No Brasil, o Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, foi o principal ponto de entrada de escravizados nas américas, ao longo de três séculos. O espaço recebeu o título de Patrimônio Cultural da Humanidade em 2017, como mostra esta reportagem da Agência Brasil, e um memorial às vítimas da escravidão, como destaca esta edição do Brasil em Dia, da TV Brasil, de 2023.
No Brasil, aproximadamente 6% da população, ou 11,6 milhões de brasileiros, são árabes ou descendentes, de acordo com a Câmara de Comércio Árabe Brasileira. As contribuições sociais, religiosas e culturais dessas pessoas são celebradas no Dia Nacional da Comunidade Árabe, data fixada em 25 de março. A efeméride também serve como estímulo de combate ao preconceito e à discussão dos problemas dos países árabes, muitos dos quais sofrem com as guerras e violações dos direitos humanos. Sobre o tema, a Agência Brasil publicou esta reportagem em 2016.
Arte urbana
O grafite é uma arte que leva traços e cores para o cotidiano das cidades, fazendo dos muros um palco de histórias. São múltiplos os temas, as técnicas e as cores, que embelezam e também provocam reflexão. Por toda essa contribuição, 27 de março é o Dia Mundial do Grafite, efeméride que homenageia Alex Vallauri, o pioneiro dessa arte no Brasil, que morreu nesta data, em março de 1987. O Repórter Brasil, da TV Brasil, deu destaque à temática nesta edição de 2023.
Aniversariantes ilustres
Dois queridos artistas nacionais nasceram esta semana, e os dois infelizmente nos deixaram de forma precoce. No dia 25 de março de 1945 nasceu a atriz Leila Diniz, que completaria 80 anos se estivesse viva. Em plena ditadura militar, Leila virou símbolo da lula pela liberdade feminina, ao dar sua opinião sobre amor e sexo de forma espontânea em várias entrevistas. Na gravidez de sua primeira filha, foi fotografada usando um reduzido biquíni na praia de Ipanema, escandalizando a sociedade da época. Morreu aos 27 anos, em 1972, quando o avião no qual voltava da Austrália caiu na Índia, sem deixar sobreviventes. Leila Diniz ganhou destaque dos veículos da EBC por ocasião dos 70 anos de seu nascimento em 2015, como você pode conferir no programa História Hoje, da Rádio Nacional, nesta reportagem da Agência Brasil, e nesta edição do Repórter Brasil, da TV Brasil.
Quem também nasceu nesta semana, no dia 27 de março de 1960, foi Renato Manfredini Júnior, o Renato Russo, que completaria 65 anos se estivesse conosco. Chamado de poeta do rock, poucos artistas traduziram tão bem a realidade de Brasília, a cidade que tanto amava, como ele. À frente da banda Legião Urbana, compôs e cantou músicas como “Pais e Filhos”, “Independência”, “Por Enquanto”, “Eduardo e Mônica” e “Faroeste Caboclo”. Renato Russo faleceu há 25 anos, em outubro de 1996, vítima de complicações causadas pela aids. Ele tinha apenas 36 anos. Mas sua obra continua viva e atemporal. A Rádio Nacional celebrou o aniversário do ídolo no ano passado, no programa Especial de Domingo. Quando a morte do cantor completou 20 anos, o portal EBC publicou extenso material, com entrevistas com ele e os integrantes do Legião Urbana. A TV Brasil também prestou homenagem nos 25 do falecimento, nesta reportagem aqui.
Literatura
Há 120 anos, no dia 24 de março de 1905, morria o escritor francês Júlio Verne, considerado por críticos literários o inventor do gênero de ficção científica. Ele escreveu mais de 100 livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como os submarinos, máquinas voadoras e viagens à Lua. Até hoje Júlio Verne é um dos escritores cujas obras foram mais traduzidas em toda a história, com versões em 148 línguas. O livro “20 mil Léguas Submarinas” é considerado sua obra-prima. Os veículos da EBC destacaram o escritor por ocasião dos 110 anos de sua morte em 2015, como nesta edição do História Hoje, programa da Rádio Nacional, e esta do jornal Repórter Brasil, da TV Brasil.
Confira a relação completa de datas do Hoje é Dia, de 23 a 29 de março de 2025.
Nascimento do ator paraense Sérgio Cardoso (100 anos) – protagonista de diversas novelas, fundou a Companhia Teatro dos Doze
Nascimento do cantor e compositor paulista Osvaldo Rodrigues (105 anos)
Dia Mundial da Meteorologia
Morte do escritor francês Júlio Verne (120 anos) – considerado por críticos literários o inventor do gênero de ficção científica
Dia Internacional para o Direito à Verdade sobre Graves Violações dos Direitos Humanos e pela Dignidade das Vítimas
Dia Mundial de Combate à Tuberculose
Nascimento da atriz fluminense Leila Diniz (80 anos)
Morte da atriz e humorista gaúcha Ema D’Ávila (40 anos) – foi humorista e radioatriz da Rádio Nacional do Rio de Janeiro
Dia Internacional em Lembrança pelas Vítimas da Escravidão e do Tráfego Transatlântico de Escravos nos Navios Negreiros – comemoração que mereceu uma designação especial da Assembleia Geral da ONU, em 28 de novembro de 2006
Dia Nacional da Comunidade Árabe
Morte do ator, cantor e compositor paulista Ruy Rey (30 anos)
Nascimento do cantor e compositor fluminense Renato Manfredini Júnior, o Renato Russo (65 anos) – célebre por ter sido o vocalista e fundador da banda de rock Legião Urbana
Dia Mundial do Teatro
Dia Nacional da Inclusão Digital – data não oficial, que é reconhecida por algumas entidades públicas e organizações não-governamentais (ainda está em projeto de lei)
Dia do Grafite – data em homenagem ao pioneiro do grafite no Brasil, Alex Vallauri, morto em 27 de março de 1987
Nascimento o compositor, poeta e produtor musical fluminense Hermínio Bello de Carvalho (90 anos)
Morte do pintor, ceramista e gravurista surrealista russo Marc Chagall (40 anos)
Estreia do programa “Puxa o Fole”, na Rádio Nacional AM RJ (15 anos) – dedicado ao forró
Nascimento da cantora baiana de bossa nova e jazz Astrud Gilberto (85 anos)
Morte do maestro, pianista, escritor e compositor paraense Waldemar Henrique (30 anos)
Assinatura do Decreto-Lei nº 2096 por Getúlio Vargas, que criou o Museu Imperial de Petrópolis (85 anos)
Inauguração da Casa França-Brasil (35 anos)
*As datas são selecionadas pela equipe de pesquisadores do Projeto Efemérides, da Gerência de Acervo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que traz temas relacionados à cultura, história, ciência e personalidades, sempre ressaltando marcos nacionais e regionais. A Gerência de Acervo também atende aos pedidos de pesquisa do público externo. Basta enviar um e-mail para centraldepesquisas@ebc.com.br.
Leila Diniz
|
Leila Diniz em 1971 |
|
| Nome completo | Leila Roque Diniz |
| Nascimento | 25 de março de 1945 Niterói, RJ |
| Nacionalidade | brasileira |
| Morte | 14 de junho de 1972 (27 anos) Nova Délhi, Índia |
| Causa da morte | acidente aéreo |
| Ocupação | Atriz |
| Atividade | 1962–1972 |
| Cônjuge | Domingos de Oliveira (c. 1962–65) Ruy Guerra (c. 1965–71) |
Leila Roque Diniz (Niterói, 25 de março de 1945[1] — Nova Délhi, 14 de junho de 1972) foi uma atriz brasileira.
Biografia
Formou-se em magistério e foi ser professora do jardim de infância em Ipanema. Aos dezessete anos, conheceu seu primeiro marido, o cineasta Domingos de Oliveira e casou-se com ele. O relacionamento durou apenas três anos. Foi nesse momento que surgiu a oportunidade de trabalhar como atriz. Primeiro estreou no teatro em 1962 e logo depois passou a trabalhar na TV Globo, atuando em telenovelas. Mais tarde, casou-se com o cineasta moçambicano Ruy Guerra, com quem teve uma filha, Janaína.[2] Participou, ao todo, de quatorze filmes,[3] doze telenovelas (7 na Globo, 3 na Excelsior, 1 na Record e 1 na Tupi)[2] e várias peças teatrais. Foi protagonista da primeira novela produzida pela Globo,[1] “Ilusões Perdidas“, em 1965.[3]
Leila Diniz quebrou tabus de uma época em que a repressão dominava o Brasil, escandalizou ao exibir a sua gravidez de biquíni[4] na praia, para a câmera do fotógrafo Joel Maia na ilha de Paquetá, para a revista Cláudia.[5] Também chocou o país inteiro ao proferir a frase: Transo de manhã, de tarde e de noite. Considerada uma mulher à frente de seu tempo, ousada e que detestava convenções,[6] Leila foi invejada e criticada pela sociedade conservadora das décadas de 1960 e 1970 e por grupos feministas que consideravam que ela estava a serviço dos homens.[7][3]
Leila falava de sua vida pessoal sem nenhum tipo de vergonha ou constrangimento. Concedeu diversas entrevistas marcantes à imprensa, mas a que causou um grande furor no país foi a entrevista que deu ao jornal O Pasquim em 20 de novembro de 1969.[8][5] Nessa entrevista, ela, a cada trecho, falava palavrões (ao todo 72) que eram substituídos por asteriscos,[5][3] e ainda disse: Você pode muito bem amar uma pessoa e ir para cama com outra. Já aconteceu comigo. O exemplar foi o terceiro mais vendido da história do jornal, com 117 mil exemplares.[5] E foi também depois dessa publicação que foi instaurada a censura prévia à imprensa, mais conhecida como Decreto Leila Diniz.[5][3]
Em janeiro de 1971, dois policiais compareceram aos estúdios da TV Tupi, no antigo Cassino da Urca, para cumprir a determinação judicial. Para evitar a prisão de sua jurada, o apresentador Flávio Cavalcanti aconselhou Leila a ir ao banheiro assim que o programa voltasse do intervalo comercial. Nos bastidores, Leila trocou de vestido com Laudelina Maria Alves, a Nenê, sua secretária, e fugiu.[5] Perseguida pela polícia e Política Social, Leila se esconde em Petrópolis no sítio de Flávio Cavalcanti,[3] no momento em que é acusada de ter ajudado militantes de esquerda. Depois, a ordem de prisão foi revogada, mas ela teve que assinar um termo de responsabilidade dizendo que não falaria mais palavrões, negando sua personalidade.[3]
Alegando razões morais, a TV Globo do Rio de Janeiro não renova o contrato com a atriz. De acordo com a emissora, não haveria papel de prostituta nas próximas telenovelas.[6]
Meses depois, Leila reabilita o teatro de revista, e começa uma curta e bem-sucedida carreira de vedete. Estrela a peça tropicalista Tem banana na banda, improvisando a partir dos textos escritos por Millôr Fernandes, Luiz Carlos Maciel, José Wilker e Oduvaldo Viana Filho. Recebe de Virgínia Lane o título de Rainha das Vedetes. No carnaval de 1971, Leila foi eleita Rainha da Banda de Ipanema por Albino Pinheiro e seus companheiros.

Morreu num acidente aéreo, no voo 471, da Japan Airlines, no dia 14 de junho de 1972,[9][2] aos 27 anos, no auge da fama, quando voltava de uma viagem à Austrália.[1][3] Suas cinzas foram sepultadas no cemitério São João Batista, em Botafogo, no Rio.[2]

Após o falecimento de Leila, sua filha Janaína foi criada pelo cantor Chico Buarque e sua então esposa, a atriz Marieta Severo.
Marcelo Cerqueira, um cunhado advogado se dirigiu a Nova Délhi, na Índia, local do desastre, para tratar dos restos mortais da atriz. Acabou encontrando um diário que continha diversas anotações[2] e uma última frase, que provavelmente estava se referindo ao acidente: Está acontecendo alguma coisa muito es….
Leila Diniz, A Mulher de Ipanema, defensora do amor livre e do prazer sexual, é sempre lembrada como símbolo da revolução feminina que rompeu conceitos e tabus com suas ideias e atitudes.
| “ | “Sem discurso nem requerimento, Leila Diniz soltou as mulheres de vinte anos presas ao tronco de uma especial escravidão.” | ” |
| — Carlos Drummond de Andrade, [1] | ||
Homenagens póstumas
Leila Diniz ganhou, post-mortem, o prêmio de melhor atriz no Festival de Adelaide.[5]
Também recebeu uma crônica de Carlos Drummond de Andrade, a biografia “Leila Diniz — Uma Revolução na Praia” de Joaquim Ferreira dos Santos,[1] doutorado da antropóloga Mirian Goldenberg, quatro músicas: Memória Livre de Leila (1972), de Taiguara; Um Cafuné na Cabeça, Malandro, Eu Quero Até de Macaco (1980), de Milton Nascimento; Leila Diniz (1987), de Martinho da Vila; e Todas as Mulheres do Mundo (1993), de Rita Lee, além do documentário Já que Ninguém me Tira pra Dançar, da atriz e cineasta Ana Maria Magalhães.[3][5]
Por sua carreira, sua história e seu legado, entrou para a lista das 10 Grandes Mulheres que Marcaram a História do Rio.[10]
Em 1987, Luiz Carlos Lacerda dirigiu o filme Leila Diniz.[11] A atriz foi interpretada por Louise Cardoso.
Filmografia
Televisão
| Ano | Título | Personagem |
|---|---|---|
| 1965 | Ilusões Perdidas | Lídia |
| Paixão de Outono | Maria Luísa | |
| Um Rosto de Mulher | Laura | |
| 1966 | Eu Compro Esta Mulher | Úrsula |
| O Sheik de Agadir | Madelon | |
| 1967 | A Rainha Louca | Lorenza |
| Anastácia, a Mulher sem Destino | Anastácia Forestier | |
| Henriette Forestier | ||
| 1968 | O Direito dos Filhos | Ana Lúcia |
| 1969 | Acorrentados | Irmã Amparo |
| Vidas em Conflito | Débora | |
| Dez Vidas | Pompom | |
| 1970 | E Nós, Aonde Vamos? | Beth |
Cinema
| Ano | Título | Personagem | Notas |
|---|---|---|---|
| 1967 | Mineirinho, Vivo ou Morto | Maria[12] | |
| O Mundo Alegre de Helô | Luisinha[13] | ||
| Todas as Mulheres do Mundo | Maria Alice[14] | ||
| Jogo Perigoso | Selma | ||
| 1968 | Edu, Coração de Ouro | Tatiana | |
| O Homem Nu | Mariana | ||
| A Madona de Cedro | Marta | ||
| Fome de Amor | Ulla | ||
| 1969 | Corisco, o Diabo Loiro | Dadá | |
| Os Paqueras | Ela mesma | ||
| 1970 | O Donzelo | Júlia | |
| Azyllo Muito Louco | Eudóxia | ||
| 1971 | Mãos Vazias | Ida | |
| 1972 | Amor, Carnaval e Sonhos | Piratinha | |
| 1977 | O Dia Marcado | Carolina | Filme póstumo gravado em 1972 |
Discografia
| Ano | Canção | Artista | Álbum |
|---|---|---|---|
| 1980 | “Um Cafuné na Cabeça, Malandro, Eu Quero Até de Macaco” | Milton Nascimento | Sentinela |
Referências
Relacionadas
CSA e CRB fazem primeiro clássico do ano
CSA e CRB, as duas maiores forças do futebol alagoano, fazem no próximo sábado (5/2) o primeiro clássico do ano. Azulão e Galo se enfrentam pelo Campeonato Alagoano de 2022, pela primeira vez nesta temporada. O duelo, marcado para 17 horas, terá presença de torcedores, mas com o público limitado, por conta da pandemia do…
Alagoanos morrem soterrados em Franco da Rocha
Família alagoana está entre mortos no deslizamento de barreira em Franco da Rocha, na grande São Paulo Victor, Adriana e o filho do casal, de 1 ano e meio, eram de São Miguel dos Campos (AL) e moravam em São Paulo há cerca de um ano. Parentes de Alagoas acompanhavam buscas na cidade paulista. Deslizamento…
Mestre Laurentino morre aos 93 anos
Patrimônio Vivo de Alagoas, Mestre Laurentino morre aos 93 anos José Laurentino Sirilo, mestre do Guerreiro alagoano. Ascom/Secult Morreu no último domingo (30/01), o Mestre de Guerreiro José Laurentino Sirilo. Ele era considerado ‘Patrimônio Vivo de Alagoas’ desde 2015. O enterro ocorreu na segunda-feira (31) no povoado de Perucaba, no município de Penedo. A morte se…
Prefeito do Pilar deixa o PSC e se filia ao MDB
O prefeito do Pilar, Renato Filho, mudou de partido. Deixou o PSC e é o mais novo filiado do MDB de Alagoas. A ficha de filiação dele foi assinada na noite da última quinta-feira (27/01), em reunião na sede do partido, no bairro Mangabeiras, em Maceió. Durante o encontro que reuniu candidatos a deputados estaduais do…
Sem-terra fazem manifestações em Maceió
Trabalhadores rurais sem-terra – ligados à Frente Nacional de Luta (FNL), Terra Livre, Movimento de Luta Pela Terra (MLT), Liga dos Camponeses Pobres (LCP) e Movimento Terra, Trabalho e Liberdade (MTL) –, iniciam nesta segunda-feira (31/1) uma série de manifestações em Maceió, com o objetivo de defender a reforma agrária e ter acesso a parte…
Centrão busca apoio em cidades pequenas para manter domínio no Congresso
O Centrão, bloco de partidos que dá as cartas na política nacional, tem o controle quase absoluto de boa parte das pequenas cidades do País, uma base capaz de se perpetuar independentemente das eleições presidenciais deste ano. Um levantamento feito nas últimas semanas pelo Estadão revela que o grupo considerado fisiológico tem votos em quase todos os municípios…
AL continua na fase amarela e Renan Filho vai anunciar retomada de eventos de entretenimento
O governador Renan Filho (MDB) deve anunciar nesta quinta-feira (23), a retomada gradual dos eventos de entretenimento. O novo decreto de distanciamento social controlado para o estado de Alagoas foi publicado ontem (23), na edição Suplementar do Diário Oficial do Estado e vai até o dia 30 de setembro. O decreto foi prorrogado por mais…
NA FASE AMARELA POR MAIS 7 DIAS, ALAGOAS LIBERA PÚBLICO DURANTE OS JOGOS OFICIAIS DA SÉRIE B
Secom Alagoas Alagoas seguirá por mais sete dias na Fase Amarela do Plano de Distanciamento Social Controlado, segundo decreto publicado no Diário Oficial do Estado na última quarta-feira (22). O documento que liberou, com público de até 30%, a realização de jogos oficiais do Campeonato Brasileiro de Futebol – Série B entrou em vigor na…
Renan Filho assina ordens de serviço durante aniversário de 59 anos de Olho d`Água do Casado
O governador de Alagoas, Renan Filho (MDB), esteve em Olho d`Água do Casado, no Sertão, para participar da festa de emancipação política da cidade, que completa nesta quarta-feira (22) 59 anos. Durante as festividades, o gestor estadual recebeu o título de cidadão casadense, concedido pela Câmara Legislativa Municipal. Renan Filho aproveitou a ocasião para anunciar…
Alagoas sai na frente no combate ao AVC
Com o programa “AVC dá Sinais”, quatro hospitais já estão aptos para o atendimento e a meta do Governo é chegar a dez unidades especializadas até novembro; utilização de aplicativo com tecnologia japonesa agiliza conduta médica Identificar e tratar adequadamente os casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) são os objetivos do programa lançado nesta segunda-feira…
Prefeito de Piranhas é afastado por denúncia de improbidade
Gestor é acusado de fraudar licitações e realizar contratos irregulares que ultrapassam R$ 9 mi
Fogueiras juninas: tradição pode gerar danos ambientais
Supressão de árvores nativas sem autorização oficial configura crime ambiental
UFAL aprova suspensão das atividades em Arapiraca
Decisão do Consuni visa a garantia de proteção para a comunidade acadêmica

















