Pesquisa tem foco o pedido de perdão do estado pelo Quebra de Xangô em Alagoas

13 / 04 / 26

Trabalho realizado durante o curso de mestrado em Linguística e Literatura foi o primeiro no estado a ser defendido em um terreiro de candomblé

Autor: Diana Monteiro

“O pedido de perdão opera como um gesto simbólico importante, que reconhece a violência histórica e seus impactos para as comunidades tradicionais de terreiro, porém se faz necessário implementar políticas públicas reparatórias e efetivá-las”, afirma Amaurício de Jesus

Por Diana Monteiro – jornalista
Amaurício comemorando a qualificação acadêmica, mestre em linguística e em literatura
Amaurício comemorando a qualificação acadêmica, mestre em linguística e em literatura
No dia 1º de fevereiro de 1912 a perseguição às religiões de matriz africana registrou e marcou em Alagoas um violento episódio de intolerância religiosa. Terreiros de candomblé foram destruídos em Maceió, objetos sagrados queimados, pais e mães de santo atacados na tentativa de apagar a cultura-afro-brasileira no Estado, então governado por José Fernandes de Barros Lima. O acontecimento, que passou a ser conhecido como Quebra do Xangô, configurou-se como um marco de intolerância religiosa e cem anos depois, em 1 de fevereiro de 2012, veio o pedido de perdão, oficializado pelo então governador Teotônio Vilela Filho. O ato assinado reconhece a violência institucional do passado, mas a luta pela preservação da memória e pela justiça histórica continua em meio a persistentes desafios.

“O pedido de perdão opera como um gesto simbólico importante, que reconhece a violência histórica e seus impactos para as comunidades tradicionais de terreiro, porém se faz necessário implementar políticas públicas reparatórias e efetivá-las. É preciso reconhecer a resistência das casas de axé que não deixaram as tradições e as manifestações culturais desaparecerem, que protagonizam a construção de uma sociedade mais democrática e diversa”, afirma Amaurício de Jesus, que defendeu no dia 30 de março sua dissertação de mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Linguística e Literatura (PPGLL) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e foi aprovado com destaque para a importância de publicar a pesquisa.

Sobre o estudo,  intitulado de Entre o dito e o silenciado: O funcionamento discursivo do “ Pedido Perdão” em Alagoas, Amaurício de Jesus, que galga mais um degrau em sua trajetória de qualificação vislumbrando a carreira acadêmica, diz que, embora o estudo revisite o acontecimento discursivo que foi o Quebra de Xangô de 1912 e o “Pedido de Perdão”, ele é contemporâneo quando atualiza a discursividade sobre as casas de axé e sua atuação para manter uma memória atualizada na conquista de políticas públicas.

Para o pesquisador, a defesa no espaço de terreiro reforça um ato simbólico de aproximação entre os saberes tradicionais e acadêmicos, em que o discurso dos excluídos esteve presente. Para ele, a aproximação com as casas e lideranças do axé, possibilitou que ele estivesse sempre envolvido com as ações de celebração à memória do “Quebra”, do pedido de perdão e do processo de tombamento da Coleção Perseverança. Essa coleção é considerada o documento mais importante para a memória religiosa afro-alagoana. Foi tombada definitivamente pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e é composta por 211 objetos sagrados que resistiram ao Quebra de Xangô.

A motivação para desenvolver a pesquisa focada no tema advém de toda uma trajetória de vida de Amaurício e da sua vivência iniciada na década de 1980, quando começou um trabalho com as manifestações da cultura afro-alagoana, engajando-se no movimento negro local. O que resultou na formação do primeiro grupo de dança afro, o Ekodidé, promovendo uma aproximação com as lideranças das casas de axé, possibilitando diversas articulações.

Graduado em Educação Artística, pós-graduado em Gestão Cultural pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Amaurício diz que continua atuando com as lideranças das casas de axé que formaram a rede alagoana de comunidades tradicionais de matriz africana. E aproveita para reafirmar que é preciso reconhecer a resistência das casas de axé que não deixaram as tradições e as manifestações culturais desaparecerem, que protagonizam a construção de uma sociedade mais democrática e diversa”. Enaltece a dinâmica da defesa do trabalho protagonizada pela instituição alagoana: “Quero destacar o quanto foi importante a Universidade ter realizado a defesa de forma presencial e pela primeira vez uma defesa de mestrado sendo realizada em um espaço de terreiro, possibilitando que as lideranças pudessem estar presentes. Foi a forma de realizar a devolutiva, tão importante para a sociedade”, diz o mestre em Linguística e Literatura, pós-graduado pela Ufal.

Conexão com a realidade na produção do saber

A orientadora da pesquisa, Débora Massmann, afirma que a dinâmica inédita de apresentar um trabalho em um terreiro está além de um escolha simbólica: “A realização da banca de defesa de mestrado de Amaurício de Jesus no terreiro Axé Pratagy, fora dos muros da universidade, produz um deslocamento epistemológico e político de grande densidade. Não se trata apenas de uma escolha logística ou simbólica, mas de um gesto que tensiona a própria ideia de onde o conhecimento pode ser legitimamente produzido, validado e compartilhado”.

Do ponto de vista do conhecimento, enfatiza que a decisão afirma o terreiro como espaço epistêmico. O local da defesa do trabalho sendo no citado espaço, segundo a professora, reconhece-se que ali não está apenas o “objeto” da pesquisa, mas um território de produção de saberes complexos, historicamente invisibilizados ou subalternizados pela racionalidade acadêmica dominante. “A dissertação, nesse contexto, deixa de operar sobre uma realidade externa e passa a se constituir em diálogo com uma realidade viva, que interpela, responde e co-produz o conhecimento. Trata-se, portanto, de um movimento de decolonização epistemológica, no qual se confronta a hierarquia entre saber científico e saber tradicional, abrindo espaço para uma ecologia de saberes”.

Ainda sobre a escolha de ser no “ambiente de sua própria existência” (o terreiro), a professora Débora complementa dizendo que decorre de uma exigência de coerência entre onde o conhecimento é produzido e onde ele é validado. “Se a pesquisa nasce do diálogo com esse espaço, faz sentido que sua avaliação também aconteça ali. O significado desse gesto é profundo: ele reconhece o terreiro como lugar legítimo de produção de saber, rompe com a centralidade exclusiva da universidade e afirma uma ética de devolutiva à comunidade. Além disso, constitui um ato político, ao enfrentar hierarquias históricas entre saberes e contribui para a valorização das religiões de matriz africana como espaços de conhecimento, e não apenas de tradição”.

Ainda, de acordo com a professora Débora, a dissertação, ao se vincular a uma realidade ainda vivida, recusa a lógica de distanciamento que muitas vezes caracteriza a pesquisa acadêmica. Ela se inscreve em um campo de responsabilidade ética, em que o conhecimento produzido retorna à comunidade que o tornou possível. Nesse sentido, a banca no terreiro também materializa um princípio de devolutiva social: o saber não se encerra na universidade, mas circula, fortalece e é reapropriado pelos sujeitos e coletividades implicados.

“Portanto, o que está em jogo é mais do que a defesa de um trabalho: é a reconfiguração das fronteiras entre universidade e comunidade, entre teoria e prática, entre centro e margem. É um gesto que, ao mesmo tempo, produz conhecimento situado e sustenta uma luta contínua por reconhecimento, dignidade e pluralização dos modos de saber”.

Legitimação, mediação, transformação

Na construção do conhecimento em conexão com a realidade de desafios, a importância da Ufal também é considerada pela professora Débora Massmann no processo de resistência em busca de transformações necessárias: “Como luta, esse gesto é profundamente político. Em um cenário ainda marcado por racismo religioso, marginalização das religiões de matriz africana e disputas por legitimidade, levar a universidade ao terreiro é um ato de enfrentamento. É afirmar que esses espaços não apenas resistem, mas também produzem teoria, crítica e pensamento. Mesmo diante dos entraves institucionais (normativos, burocráticos e simbólicos) que ainda regulam o que pode ou não ser reconhecido como espaço legítimo de avaliação acadêmica, a realização da banca no Axé Pratagy evidencia fissuras nesse modelo e aponta para sua transformação”, afirma.

E aproveita para detalhar um pouco sobre o papel exercido pela universidade: “A Universidade Federal de Alagoas desempenha um papel decisivo nesse processo porque atua como instância de legitimação, mediação e transformação. Primeiro, sua importância está na legitimação institucional: ao reconhecer e validar uma pesquisa construída em diálogo com o terreiro, inclusive permitindo sua defesa fora do espaço acadêmico tradicional, a universidade amplia o que conta como conhecimento legítimo. Isso tem efeito simbólico e político relevante, pois desloca hierarquias históricas entre saberes.

Segundo, de acordo com a professora, a Ufal funciona como ponte entre universidade e comunidade. “Ao sustentar esse tipo de iniciativa, ela contribui para que o conhecimento não fique restrito ao espaço acadêmico, mas circule, retorne e dialogue com os sujeitos que o produzem na prática. Terceiro, há um papel formativo: a instituição promove um modelo de aprendizado crítico e situado, no qual estudantes e pesquisadoras/es são incentivados a construir saberes comprometidos com a realidade social, com ética e responsabilidade.

“Por fim, a Ufal se consolida como referência justamente por assumir esse posicionamento: não apenas produzir conhecimento, mas revisar suas próprias práticas, abrindo-se à pluralidade epistemológica e contribuindo para uma universidade mais inclusiva, socialmente implicada e conectada com os territórios em que atua”, enfatiza Débora, que presidiu a banca examinadora de defesa composta pelos professores Sóstenes Ericson Vicente da Silva (PPGLL) e  Gabriel Omar Alvarez, do  Programa de Pós-graduação em Antropologia Social (PPGAS) da Ufal, este como avaliador externo.

Além de docente do PPGLL, que está na estrutura da Faculdade de Letras (Fale), Débora Massmann, foi coordenadora desse programa de pós-graduação por dois mandatos consecutivos, de 2021 a 2025. Integra também o corpo docente do PPGAS do Instituto de Ciências Sociais (ICS). As duas unidades acadêmicas pertencem ao Campus A.C. Simões da Ufal.

Desafios e enfrentamentos

Débora destaca que os desafios que ainda se colocam às religiões de matriz africana no Brasil são estruturais, históricos e multifacetados. Apesar de avanços institucionais e jurídicos, persiste um cenário de tensões que evidencia a necessidade de enfrentamentos contínuos em diferentes frentes. Ela cita o Racismo religioso e violência simbólica/material: “Ainda há forte incidência de discriminação, ataques a terreiros, intolerância nas escolas e nos espaços públicos, frequentemente legitimados por discursos moralizantes. Esse racismo religioso não é episódico, mas estrutural, atravessando práticas institucionais e relações cotidianas”, diz.

Invisibilidade e deslegitimação dos saberes, os conhecimentos produzidos nos terreiros: cosmologias, éticas, pedagogias, práticas de cuidado, também estão entre os desafios citados pela pesquisadora pois continuam sendo, em grande medida, desconsiderados como formas legítimas de conhecimento. Débora diz que há um déficit de reconhecimento epistemológico, o que reforça a hierarquização entre saberes acadêmicos e saberes tradicionais. Disputas no campo educacional, também: “Mesmo com a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-brasileira, sua implementação é irregular. As religiões de matriz africana são frequentemente tratadas de modo superficial, estigmatizado ou silenciado, o que perpetua preconceitos e desinformação desde a formação básica”, reflete.

Outro desafio destacado pela professora trata sobre a intolerância institucional e à fragilidade na garantia de direitos:  “Embora haja marcos legais que asseguram a liberdade religiosa, sua efetivação é desigual. Denúncias nem sempre são acolhidas adequadamente, e muitas comunidades enfrentam dificuldades no acesso à justiça e à proteção estatal”.

Ela cita ainda a apropriação cultural e esvaziamento de sentido no contexto dos enfrentamentos: “Elementos das religiões de matriz africana são frequentemente apropriados de forma descontextualizada, sem reconhecimento das comunidades de origem, o que contribui para a diluição de seus significados e para a exploração simbólica. Segurança e proteção de lideranças religiosas é outro desafio. Lideranças de terreiros, especialmente mulheres negras, enfrentam riscos ampliados de violência e perseguição, exigindo políticas específicas de proteção”.

A produção e circulação do conhecimento é outro enfrentamento destacado pela professora Débora Massmann. “Ainda é um desafio garantir que pesquisas sobre essas religiões sejam feitas de forma ética, colaborativa e com devolutiva efetiva às comunidades, evitando extrativismo acadêmico”. E finaliza, dizendo: “Em síntese, o grande desafio é duplo: combater o racismo religioso em suas múltiplas formas e, simultaneamente, reconhecer e integrar os saberes de matriz africana como constitutivos da sociedade brasileira, não como exceção, mas como parte central de sua formação histórica, cultural e intelectual. Isso implica ações articuladas entre educação, políticas públicas, sistema de justiça e, sobretudo, uma mudança mais profunda nas formas de produzir e legitimar conhecimento”.

Docentes da Ufal que podem ser consultados sobre esse e outros assuntos:

Alice Anabuki Plancherel

Possui graduação em Bacharelado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1977), mestrado (1993) e doutorado (2001) em Sociologia pela Universidade de São Paulo. Atualmente é professora associada 3 da Universidade Federal de Alalgoas. Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Teoria social clássica e Sociologia do trabalho, atuando principalmente nos seguintes temas: alagoas, intelectuais, canavieiros assalariados na agroindústria açucareira, mercado de trabalho formal e informal, precarização e flexibilização laboral. (Texto informado pelo autor)

Amaro Xavier Braga Junior

Amaro Xavier Braga Junior

É Licenciado e Bacharel em Ciências Sociais (UFPE), Especialista em Ensino de História das Artes e das Religiões (UFRPE), Especialista em Artes Visuais (SENAC), Especialização em Gestão de Educação à Distância (UCB/Escola do Exército) e Mestre e Doutor em Sociologia (UFPE). Mestre em Antropologia Social (PPGAS – UFAL). Atualmente é Professor Associado no Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade Federal de Alagoas – UFAL, atuando ainda como Vice-diretor do ICS e Coordenador do PIBID de Sociologia. Tem experiência na área de Sociologia e Antropologia, com ênfase na Sociologia das Materialidades e na Antropologia dos Objetos e atuando principalmente nos seguintes temas: Ensino de Sociologia, Histórias em Quadrinhos, Cultura Pop e Educação; Comportamento e Sociedade; Artesanato e Religião Comparada. (Texto informado pelo autor)

Andrea Moreira Gonçalves de Albuquerque

Andrea Moreira Gonçalves de Albuquerque

Doutora em Ciências da Linguagem, pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem da Universidade Católica Pernambuco (PPGCL-Unicap), com Doutorado Sanduíche, financiado com Bolsa Capes, e realizado entre novembro de 2019 e setembro de 2020 no Instituto Universitário Sophia, vinculado à Universidade de Perúgia, na Itália. Mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Pernambuco em 2004, com bolsa Capes. Professora do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Curso de Ciências Sociais. Admitida na Ufal em 15 de Agosto de 2011. Graduada em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco (1984), com mais de 30 anos de experiência docente (nas universidades Federal de Pernambuco, Federal da Paraíba, Católica de Pernambuco) e o mesmo tempo de exercício profissional do Jornalismo, tendo atuado na Rede Globo de Televisão, no Jornal do Commercio, na TV Viva, na Assessoria de Comunicação da Prefeitura do Recife, da Fundação Joaquim Nabuco, do Metrô do Recife e do Instituto Ação Empresarial pela Cidadania. Em Alagoas, elaborou o Plano de Comunicação Social do Tribunal de Contas (TC) do Estado de Alagoas, do qual foi Consultora Ad Hoc, após vencer certame licitatório; ministrou o Curso de Atualização para Jornalistas do Instituto Zumbi dos Palmares. Também em Alagoas, atuou na Chefia de Reportagem e Editoria da TV Gazeta. (Texto informado pelo autor)

Arim Soares do Bem

É Dr. Phil. pela Freie Universitaet Berlin – RFA (1997) e Mestre em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – USP (1988). Fez Pós-Doutorado na Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ (2013-2014). É Professor Associado IV e foi Coordenador do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais do Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas (2006-2008), bem como Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Sociologia do mesmo Instituto (2007-2010). É docente do Programa de Pós-Graduação em Sociologia do Instituto de Ciências Sociais da UFAL. É pesquisador do desenvolvimento do turismo, atuando principalmente nos seguintes temas: Impactos e inovações sociais, culturais, ambientais e jurídicas do turismo; turismo e desenvolvimento sustentável; internacionalização do turismo no Nordeste e em Alagoas; Desenvolve estudos no campo da Teoria Social, Ideologia, Teoria do Reconhecimento, Metodologia e Epistemologia das Ciências Sociais, autoritarismo, ideologia, violência e criminalidade, Movimentos Sociais, Racismo e Migração Internacional.

Bruno César Cavalcanti

Bruno César Cavalcanti

É bacharel e licenciado em Ciências Sociais (1983), especialista (1986), mestre (1997) em Antropologia (todos pela universidade Federal de Pernambuco – UFPE) e doutorando em Etnologia e Antropologia Social pela EHESS. Professor e pesquisador efetivo de Antropologia no Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas, é membro co-fundador do Laboratório da Cidade e do Contemporâneo (LACC/ICS/UFAL). Entre os seus temas de interesses estão os eventos festivos de massa, os usos e as representações sociais de psicoativos, as culturas populares,a antropologia do consumo de bens, a antropologia das cidades e os processos de patrimonialização cultural. Atuou em projetos do Sistema SEBRAE em cooperação técnica da Universidade Federal de Alagoas nas interrelações entre economia e cultura. É co-autor das pesquisas e dos textos que resultaram em trabalhos publicados como “Caderno de Instruções do Bordado Filé” (2016), “Indicações Geográficas Brasileiras – artesanato” (2016), “Iconografia Alagoana” (2011) e ” Mapeamento Cultural. Cidades Históricas de Marechal Deodoro, Penedo e Piranhas: caminhos turísticos de Alagoas” (2009); e autor de artigos acadêmicos e de matérias para revistas e jornais abordando, entre outros, temas como cultura e mercado, cultura popular e artesanato, carnaval, bumba-meu-boi, maracatu e o bordado filé. Organizou e co-organizou livros e coordenou, de 2011 a 20015, o “Mugunzá Cultural”, programação mensal de atividades de extensão da Universidade Federal de Alagoas que consistiu na série de conferências abertas ao público em torno das culturas populares de Alagoas, no Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore. (Texto informado pelo autor)

Claudia Mura

Claudia Mura

Professora Associada da Universidade Federal de Alagoas. Possui graduação em Letras Modernas (departamento Demo-Etno-Antropológico) pela Universidade La Sapienza de Roma – Itália (2002), mestrado (2007) e doutorado (2012) em Antropologia Social pelo Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência nas áreas de Etnologia Indígena, Antropologia dos Rituais e Antropologia do Conhecimento. É líder do Grupo de Pesquisa em Memória, Identidade e Território (GPMIT)/PPGAS/UFAL e integra o Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento (LACED)/PPGAS/Museu Nacional/UFRJ. Desenvolve pesquisa nas seguintes temáticas: relações interetnicas, processos políticos-rituais, colonialismo e tradições de conhecimento.

Débora Allebrandt

Débora Allebrandt

Professora adjunta da Universidade Federal de Alagoas, possui graduação em Ciências Sociais (2005) e mestrado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2008). É doutora em Antropologia pela Université de Montréal (2013) e realizou estágio de pós-doutorado junto ao PPGAS -UFRGS entre 2013-2015. Tem desenvolvido trabalhos que convergem entre parentesco e ciência, como a busca das origens biogenéticas de adotados e filhos de doadores de gametas. Sua atuação se estende aos seguintes temas: estudos sociais da ciência, direitos humanos, políticas públicas, direitos sexuais e reprodutivos, antropologia e ética. É membro da Comissão de Direitos Humanos da Associação Brasileira de Antropologia(ABA).Foi vice-presidente da Associação Brasileira de Estudos das Ciências e das Tecnologias(ESOCITE;BR) 2021-2023.

Elder Patrick Maia Alves

Elder Patrick Maia Alves

Possui graduação em Ciências Sociais (licenciatura e bacharelado) pela Universidade Federal da Bahia (2002), mestrado em Sociologia pela Universidade de Brasília (2004), doutorado em Sociologia pela Universidade de Brasília (2009) e pós-doutorado em sociologia (2013) pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP-UERJ). Atualmente é professor Associado IV do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e professor do Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS-UFAL). Pesquisador bolsista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), no âmbito do projeto Transformação digital do Estado e da Sociedade. Membro da Rede de Pesquisa do Mercado Audiovisual do Nordeste. Ex-Diretor da Editora da Universidade Federal de Alagoas (EDUFAL) e ex-Secretário de Educação do Município de Maceió. Tem experiência na área de economia criativa, políticas culturais, políticas educacionais, gestão de políticas públicas e desigualdades sociais e desigualdades sociodigitais. Em 2020, publicou o livro Perfil socioeconômico e cultural dos estudantes da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), primeiro ebook oficialmente lançado pela instituição; em 2021 publicou o Primeiro Painel de Indicadores Educacionais do Município de Maceió; em 2022 publicou o livro UFAL na Luta pela Vida; e, em 2023, publicou o livro Economia criativa do audiovisual em Alagoas no pós-pandemia: desafios, perspectivas e oportunidades. Líder do Grupo de Pesquisa Observatório da Economia Criativa do Estado de Alagoas (OBEC-AL) e Coordenador do grupo de estudos sobre as desigualdades educacionais no estado de Alagoas. Coordenador do projeto de extensão Tô no Corre: Cidadania, Trabalho e Inclusão social, projeto interinstitucional realizado em parceria com o Ministério da Educação (,MEC), a Secretaria de Estado do Esporte, Lazer e Juventude do Estado de Alagoas (SELAJ) e o Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa (SEBRAE-AL). Coordenador do Programa de Pós-graduação em Sociologia (PPGS/UFAL).

Emerson Oliveira do Nascimento

Professor do Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas. Desenvolve pesquisas na área de ciência política, criminologia e segurança pública, atuando principalmente nos seguintes temas: formulação, avaliação e monitoramento de políticas públicas de segurança; violência e direitos humanos; vitimização e dinâmicas do espaço urbano; sistema de controle penal, estudos criminológicos e práticas de criminalização. É vice-líder do Núcleo de Estudos da Violência em Alagoas.

Fernando de Jesus Rodrigues

Fernando de Jesus Rodrigues

Professor do Instituto de Ciências Sociais e do Programa de Pós-graduação em Sociologia (PPGS/UFAL). Integrante do INCT-INViPS (Violência, Poder e Segurança Pública), Coordena o GRUPPAES (Grupo de Pesquisa Periferias, Afetos e Economias das Simbolizações), Visiting Fellow no Latin American and Caribbean Centre da London School of Economics (2018-2020). Mestre e Doutor em Sociologia pela Universidade de Brasília. Desenvolvo e oriento pesquisas que tratam de dinâmicas econômicas, políticas e estéticas urbanas. As pesquisas em andamento abordam: a) mercados legais, informais e ilegais inter-regionais e as dinâmicas de mobilidade que lhes dão forma, b) expansão das facções c) movimentos prisionais e produção da sobrevivência no cárcere, d) estética periférica d) lógicas de produção de violências e homicídios. Coordena também projetos de extensão com proposta de educação popular e digital.

Gabriel Augusto Miranda Setti

Gabriel Augusto Miranda Setti

O Professor Pós-Doutor Gabriel Setti possui três Graduações na Universidade Federal de Uberlândia, sendo elas de Bachaelado em Filosofia, Bacharelado em Ciências Sociais e Licenciatura Plena em Filosofia. Seu Mestrado em Ciência Política foi na Universidade de Brasília (2006) e Doutorado em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, no então CENTRO DE ESTUDOS COMPARADOS DAS AMÉRICAS – CEPPAC/UnB,(2011). Atualmente é professor ASSOCIADO 3 da Universidade Federal de Alagoas, sendo lotado no Instituto de Ciências Sociais – ICS/UFAL.Tem experiência na áreas de Ciência Política, Filosofia Política, Teoria Política Clássica, História da Filosofia, História da Filosofia Política, Filosofia Política, Ética, Lógica, Gestão e Políticas Públicas, Reforma do Estado, Reforma da Gestão Pública e demais temas relacionados ao Estado brasileiro, Meio ambiente e demais áreas adjacentes. Professor Gabriel Setti também tem um livro publicado na área de Gestão Pública comparada (Brasil e Argentina). É Líder do GRUPO DE PESQUISA Cidadania e Políticas Públicas, da UFAL e teve uma passagem rápida pelo Mestrado em Sociologia (PPGS/UFAL). Trabalhou em Instituições importantes como o SENADO FEDERAL e Secretarias de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente no Distrito Federal. Também já lecionou em várias Universidades Públicas e Privadas de todo o Brasil, em cidades como Macapá, Recife, Rio de Janeiro, Brasília, Uberlândia, Palmas, Rio Branco, Porto Alegre e outras cidades, sendo especialista em Ead, é um grande utilizador da mesma.

Gabriel Omar Alvarez

Gabriel Omar Alvarez

Possui graduação em Antropología – Universidad Nacional de La Plata (1991), mestrado em Antropologia pela Universidade de Brasília (1995) e doutorado em Antropologia pela Universidade de Brasília (2000). Fez parte de Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal de Goiás. Na atualidade professor associado da Universidade Federal de Alagoas, participa do PPGAS/ICS/UFAL. Tem experiência na área de Antropologia, focado em antropologia política atuando principalmente nos seguintes temas: antropologia visual, etnologia indígena, antropologia e etnografia, rituais e performancers.

João Batista de Menezes Bittencourt

João Batista de Menezes Bittencourt

Professor Associado II vinculado ao Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal da Alagoas (UFAL). Atua no curso de graduação em Ciências Sociais e nos Programas de Pós Graduação em Sociologia e Antropologia Social da Universidade Federal de Alagoas. Possui Graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Ceará (2004), Mestrado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2007) e Doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP (2011). É líder do grupo de pesquisa LABJUVE – Laboratório das Juventudes e membro fundador da REAJ – Rede de estudos e pesquisas sobre ações e experiências juvenis. É coordenador da Rede Punk Scholars Network Brasil e autor do livro “Sóbrios, firmes e convictos: uma etnocartografia dos straightedges em São Paulo (Annablume, 2015).Tem experiência nas área de Ciências Sociais, com ênfase em Sociologia e Antropologia da Juventude, Sociologia e Antropologia Urbana e Sociologia e Antropologia do Corpo, atuando principalmente nos seguintes temas: Culturas Juvenis, Cenas musicais, Sociabilidades em contexto de festa e lazer, Corpo, emoções e políticas de subjetividade, Dinâmicas da masculinidade. (Texto informado pelo autor)

João Vicente R. B. da Costa Lima

João Vicente R. B. da Costa Lima

Possui graduação (1992) e Mestrado (1995) em Sociologia pela Universidade de Brasília e doutorado em SOCIOLOGIA pela Universidade Federal do Ceará (2002). Atualmente é Professor Titular de Sociologia da Universidade Federal de Alagoas. Pesquisa na confluência entre a Sociologia Ambiental, Sociologia Econômica, Sociologia do Desenvolvimento (humano e sustentável) e a Sociologia da Ciência e da Inovação. Foi Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Santa Maria (PPGCS/UFSM) e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de Alagoas (PPGS/UFAL). É Diretor Científico, de Tecnologia e Inovação da Fundação de Amparo à pesquisa do Estado de Alagoas (FAPEAL). (Texto informado pelo autor)

José Alexandre da Silva Júnior

José Alexandre da Silva Júnior

Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pernambuco (2005), mestrado em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco (2008) e doutorado em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco (2013). Atualmente é professor associado I na Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Tem experiência na área de Ciência Política com ênfase nos seguintes temas: análise e avaliação de políticas públicas, metodologia quantitativa, reeleição, Câmara dos Deputados e disciplina partidária. Encontra-se cedido ao Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) na função de assessor técnico especialista em monitoramento e avaliação de políticas do Ministério. (Texto informado pelo autor)

Joyce Miranda Leão Martins

Joyce Miranda Leão Martins

Professora de Ciência Política no Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas. Doutora em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com estágio de doutorado na Universidad Complutense de Madrid (UCM). Tem pós-doutorado em Ciência Política pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde atuou como bolsista Fapesp. É mestra em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará e bacharela em Ciências Sociais pela mesma instituição. Pesquisadora vinculada ao Núcleo de Estudos em Arte, Mídia e Política (NEAMP), da PUC/SP, e ao Núcleo de Investigação em Práticas e Competências Midiáticas (NIP-COM), da Universidade Autônoma de Lisboa (UAL). Líder do Iaras – Núcleo de estudos de gênero. Atua, principalmente, nos seguintes temas: estratégias discursivas do poder, campanhas eleitorais, representação política, gênero, neoconservadorismo e crise das democracias. Autora do livro O Novo Jogo Eleitoral Brasileiro: PT e PSDB na democracia de público; e das obras literárias A tatuagem (Prêmio Barco a Vapor 2022) e Contos de uma história só. (Texto informado pelo autor)

Júlio Cezar Gaudencio da Silva

Júlio Cezar Gaudencio da Silva

Professor Associado II da Universidade Federal de Alagoas – UFAL. Doutor (2012) e Mestre (2007) em Ciência Política. Bacharel em Ciências Sociais e Licenciado em Sociologia. Foi Coordenador de Monitoria, Coordenador e Vice-Coordenador do curso de Ciências Sociais – Licenciatura da UFAL. Também atuou como Coordenador de tutoria e professor junto ao curso de Ciências Sociais (Licenciatura) à Distância também da UFAL. Foi Diretor do Instituto de Ciências Sociais e tem experiência na área de Ciência Política, Formação de Professores, Políticas Educacionais, Juventudes e Contextos Escolares. É Líder do grupo de pesquisa XINGÓ – Núcleo de Estudos e Pesquisa em Ensino de Ciências Sociais. Coordenou o subprojeto de Ciências Sociais do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) de 2016 à 2022 e vem desenvolvendo pesquisas e trabalhos na área de Ensino de Sociologia/Ciências Sociais, Juventudes e Educação, bem como Formação de Professores. É membro do Grupo Interdisciplinar de Formação de Professores e Pesquisa (GIFOP) e do Laboratório de Juventudes (Labjuve). (Texto informado pelo autor)

Luciana da Conceição Farias Santana

Luciana da Conceição Farias Santana

Luciana Santana é Professora de Ciência Política (UFAL) e Docente no PPGCP-UFPI. É graduada em História (UniBH), Mestre e Doutora em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Realizou estância de doutorado Sanduíche/Capes-DGU na Universidade de Salamanca (USAL/Espanha). É Diretora do Instituto de Ciências Sociais da UFAL (2022-2026). É Secretária Executiva da Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP), foi Diretora (e vice-diretora) da Regional Nordeste da ABCP. Participou da Comissão de relações regionais da ANPOCS (2021/2022). É coordenadora na Rede Análise Covid-19 e membro da coordenação da Rede Solidária de Pesquisa. Integra também a Red Politólogas, o PRILA/UFMG e Observatório das eleições do INCT – Instituto da Democracia). Participa do Comitê Executivo da RBMC. Faz parte do GT do MEC sobre Permanência materna no ensino superior. É colunista no Blog Legis Ativo /Estadão, no Latinoamerica 21 e na Rádio Nova Brasil FM/Maceió. Integra, desde 2004, a equipe de pesquisadores do Centro de Estudos Legislativos (CEL/DCP/ UFMG), com participação ativa em vários de seus projetos com parcerias nacionais e internacionais. É líder do grupo de pesquisa: Instituições, Governos, Comportamento político e Democracia, onde coordena o projeto “Governos estaduais e ações de enfrentamento à pandemia de Covid-19 . Foi coordenadora do Curso Ciências Sociais modalidade EAD (UFAL) e do coordenadora do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP/UFAL) (2015/2022). Em 2009 foi contemplada com o Stein Rokkan Award concedido pelo IPSA/AISP. Os principais temas de pesquisas acadêmicas são: Instituições políticas, Governos, Eleições e Políticas públicas. (Texto informado pelo autor)

Marina Félix de Melo

Marina Félix de Melo

É professora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas, tendo sido vice-diretora do ICS UFAL (2018-2021; 2015-2016), vice coordenadora do mestrado do Programa de Pós-Graduação em Sociologia (2015-2016) e do curso de licenciatura em Ciências Sociais (2014-2015). Pós doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Política da Universidade Federal de Santa Catarina com a pesquisa “Produções acadêmicas e científicas no campo profissional da sociologia”. Doutora em Sociologia pelo PPGS da Universidade Federal de Pernambuco, em co-tutela com o Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, Portugal. Desenvolveu tese de doutorado sobre a Profissionalização nas Organizações Não-Governamentais e dissertação de mestrado (2009) sobre a Missão das ONGs. Sua graduação é em Ciências Sociais (2006), com tema de pesquisa também focado no Terceiro Setor. Atualmente, dedica-se à produção de estudos acerca do campo das metodologias científicas e dos métodos e técnicas de pesquisa em sociologia, bem como a aspectos relacionados à produção intelectual, coordenando o grupo de pesquisa do CNPq ?Produção Acadêmica, Científica e Tecnológica?. (Texto informado pelo autor)

Nádia Elisa Meinerz

Nádia Elisa Meinerz

Sou graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Santa Maria (2003), mestre (2005) e doutora (2011) em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atualmente estou professora associada do Instituto de Ciências Sociais na Universidade Federal de Alagoas. Atuo no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social e na liderança do Mandacaru – Núcleo de Pesquisas em Gênero, Saúde e Direitos Humanos. Desenvolvo projetos de pesquisa, extensão e ensino articulando as problemáticas de gênero, sexualidade e deficiência. Sou mãe da Joana e do Manuel. (Texto informado pelo autor)

Paolo Totaro

Paolo Totaro

É Doutor em Ciências Sociais pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)/RS e pós-doutor pela UNISALENTO (Itália) através do Programa de Pós-doutorado no Exterior financiado pela Capes. Atualmente é Professor Adjunto e membro do corpo docente permanente do Programa de Pós-graduação em Sociologia – Instituto de Ciências Sociais (ICS), Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Foi pesquisador pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNISINOS para o desenvolvimento do projeto “Laboratório de políticas culturais e ambientais no Brasil: gestão e inovação”, financiado pela CAPES/FAPERGS. Professor titular de Matemática Aplicada pelo Ministero Istruzione Università e Ricerca (MIUR) da Itália (1984-2004). Atua principalmente nas áreas seguintes: sistemas autopoiéticos, estudos críticos sobre os algoritmos, cultura do consumidor, epistemologia e metodologia quantitativa das ciências sociais. (Texto informado pelo autor)

Rafael de Oliveira Rodrigues

Rafael de Oliveira Rodrigues

Professor Adjunto III do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Editor gerente da Revista Mundaú. Doutor em Antropologia pelo programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGAS/UFSC). Bolsista pelo Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE/CAPES) na Sapienza Università di Roma. Mestre em Antropologia Social pelo mesmo Programa de Pós-Graduação (PPGAS/UFSC). Cientista Social pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Tem desenvolvido pesquisa e orientado trabalhos nas temáticas da antropologia das sociedades contemporâneas, dinâmicas urbanas, patrimônio cultural, memória e museologia social. Coordena o Laboratório da Cidade e do Contemporâneo (LACC/ICS/UFAL). Contatos: rafaelorodrigues@gmail.com e rafael.rodrigues@ics.ufal.br (Texto informado pelo autor)

Ranulfo Paranhos dos Santos Filho

Ranulfo Paranhos dos Santos Filho

Doutor e Mestre em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco (DCP/UFPE), com graduação em Ciências Sociais (Bacharelado e Licenciatura) pela Universidade Federal da Alagoas (UFAL). Professor Adjunto do Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas (ICS/UFAL) e Professor do Mestrado Profissional em Políticas Públicas (MPPp/UFPE). Desenvolve pesquisa na área de Estudos Legislativos, Partidos Políticos, Eleições, Judicialização, Improbidade Administrativa e Corrupção. Tem experiência profissional em elaboração de diagnósticos de assentamentos rurais (INCRA/2004), Consultoria Política Parlamentar e Elaboração de Projetos de Lei para gabinete parlamentar na Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas (ALE), além de consultoria em Pesquisa de Opinião e Eleições. (Texto informado pelo autor)

Siloé Soares de Amorim

Siloé Soares de Amorim

Possui graduação em Antropologia Social pela Escola Nacional de Antropologia e História (1996), mestrado em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas (2003) e doutorado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2010). Atualmente é docente da Universidade Federal de Alagoas/UFAL. Tem experiência na área de Antropologia, atuando principalmente nos seguintes temas: antropologia indígena, antropologia, imagem e comunicação, antropologia do audiovisual, antropologia social, Antropologia da Saúde. É Conselheiro do Conselho Distrital de Saúde Indígena (Condisi) Alagoas/Sergipe e Vice coordenador do AVAL – Antropologia Visual de Alagoas. Ensina no Curso de Ciências Sociais e no Programa de Pós Graduação em Antropologia Social do Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas. (Texto informado pelo autor)

Sílvia Aguiar Carneiro Martins

Sílvia Aguiar Carneiro Martins

Possuo graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pernambuco (1984), Mestrado em Antropologia pela Universidade Federal de Pernambuco (1994), Ph.D. em Antropologia – University of Manitoba (2003) e Pós-Doutorado pela University of Manchester em 2020 no Granada Centre for Visual Anthropology.-GCVA. Sou professora Titular em Antropologia no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social-PPGAS do Instituto de Ciências Sociais-ICS pela Universidade Federal de Alagoas, Coordenadora do grupo de pesquisa Laboratório Antropologia Visual em Alagoas/AVAL e Vice-Líder do Coletivo Religião e Cura-CuraRe. Tenho experiência na área de Antropologia Social, com ênfase em Antropologia Audiovisual, atuando principalmente nos seguintes temas: etnografia audiovisual, antropologia e religião, antropologia do corpo e da medicina, populações indígenas, xamanismo indígena e neoxamanismo (usos ritualísticos de ayahuasca, internacionalização da ayahuasca em Alagoas). Mais recentemente, produzi filme etnográfico sobre a presença do Budismo tibetano no Brasil através da presença da monja britânica Ani Zamba Chözom ( https://youtu.be/xsVtGBsQaf0 ). Atualmente realizo etnografia digital e desenvolvo projeto de extensão no campo do cinema indígena em Alagoas (Texto informado pelo autor)

Weldell Ficher Teixeira Assis

Lattes:
Welkson Pires da Silva

Welkson Pires da Silva

Possui Graduação em Comunicação Social pela Universidade Estadual da Paraíba (2004), Mestrado em Sociologia pela Universidade Federal da Paraíba (2009) e Doutorado em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco (2014). Tem experiência nas seguintes áreas: Teoria Sociológica, Teoria da Comunicação, Sociologia da Comunicação e Ensino de Ciências Sociais. É Professor Adjunto do Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas, atuando também como professor permanente no Mestrado em Sociologia do Programa de Pós-Graduação em Sociologia dessa mesma instituição de ensino. (Texto informado pelo autor)

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